Armando Monteiro: “Pernambuco reconhece a força econômica do Agreste e de Caruaru”

Durante inauguração da nova sede da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) em Caruaru, o senador Armando Monteiro ressaltou a força econômica do Agreste e o papel de liderança que o município tem no Estado. “É muito importante que nós possamos ter aqui um novo eixo de desenvolvimento, um eixo que se consolide e que possa também promover o desenvolvimento mais amplo do interior. Porque ainda temos um desenvolvimento extraordinariamente concentrado na área metropolitana do Recife”, defendeu Armando Monteiro. 

Na avaliação do senador, a nova sede da Fiepe em Caruaru representa um reconhecimento ao peso e ao dinamismo econômico da região, graças à capacidade de trabalho da população: “Tudo isso se dá pela vocação empreendedora desse povo. Quem conhece, por exemplo, a história do polo de confecções deve se perguntar como algo pode ter surgido e ter ganho tanta dimensão ao longo do tempo, sem ter sido produto de uma ação indutora do Estado. É algo que surgiu espontaneamente, em função da capacidade empreendedora, da vocação para realizar, de uma cultura verdadeiramente realizadora que esse povo é portador”.

Armando Monteiro fez questão de defender também mais investimentos na interiorização do desenvolvimento, na qualificação profissional das pessoas e no fortalecimento das micro e pequenas empresas. O senador avalia que Pernambuco avançou na desconcentração econômica, adotando medidas importantes como a implantação da fábrica da Fiat na Zona da Mata Norte: “E esse crédito deve ser dado ao governador Eduardo Campos, que pôde induzir a localização da Fiat, exatamente para marcar o seu compromisso com isso que é fundamental, que é interiorizar, desconcentrar o desenvolvimento, para que todos os pernambucanos possam ter efetivamente uma condição de renda que corresponda às suas aspirações”.

Inaugurada pelo presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco, o deputado federal Jorge Côrte Real, a nova sede da Fiepe em Caruaru atenderá a 19 cidades do Agreste pernambucano, onde estão instaladas cerca de 4 mil indústrias, sobretudo do setor de confecções.



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