Ao ser impedida de carregar frete na feira livre em Buíque, criança chora e diz que no dia seguinte não vai comprar seu pão por que o pai não vai poder lhe dar.

Quando o assunto em pauta é o estatuto da criança e do adolescente em todo país fica difícil de entender e opinar, dependendo de cada região, de cada cidade o que reluz nem sempre é ouro e muitas vezes nem sempre o que estar escrito na sua teoria funciona na pratica e fica mais inquestionável nas cidades do interior principalmente no Nordeste Brasileiro.
Desprovidas de programas sócios educativas que globalizam ações beneficentes cujas teorias não funcionam na pratica como verdadeiramente deveriam funcionar.
Um pais que estar prestes a sediar uma copa   e que investiu bilhões em obras, não é um país que investi no futuro de sua nação onde seus políticos aprovam leis dando-lhes todo o direito de aos 16 anos elegerem seus governantes, governantes estes que esquecem das crianças carentes que fora de suas salas de aulas são impedidas de trabalhar para ganhar seu próprio pão. 
Em Buíque no agreste do estado, uma decisão do ministério público obrigando de imediato a retirada das crianças da feira livre proibindo que as mesmas exerçam o trabalho de carregar feira no dia de sábado estar dividindo opiniões da população quanto o destino das crianças e dos adolescentes que a partir de agora não poderão mais pegar frete e nem ganhar seu dinheiro extra em dia de feira.
Se  o assunto tirar as crianças da feira livre não tivesse dividindo opiniões, uma cena que aconteceu na manhã deste segundo sábado talvez teria passado despercebido e com certeza não tinha acontecido, duas crianças ao serem barradas de carregar seus fretes na feira livre começaram a chorar e quando alguém lhes perguntou o porquê do choro, uma delas sobre lagrimas respondeu, “Não posso mais trabalhar, amanhã não tenho meu dinheiro  comprar meu pão para e meu pai não pode me dar”.
Verdade seja dita agora mais do que nunca no município tem que se fazer valer e seguir a linha do que estar escrito no artigo 7º do estatuto da criança e do adolescente que reza o seguinte texto: “A criança e o adolescente   tem direito a proteção á vida e a saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”
Bem escrito e bem claro o Artigo 59 mais do que claro quando diz que, “Os municípios com apoio dos estados e da União estimularão e facilitarão a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para infância e a juventude.
Foto Internet.


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