Executivo e Legislativo Não se Entendem Enquanto Isso, Buíque Poderá Entrar 2015 Sem Ter Seu Orçamento Aprovado.

Em Buíque no agreste do estado, pelo que tudo indica é que alguns dos treze vereadores  começando por alguns integrantes da mesa diretora da casa estão esquecidos, ou não sabem  que foram eleitos  pelos votos diretos da população que lhes elegeram justamente para que fossem seus legítimos  representantes cumprindo seu verdadeiro papel  que é legislar, fiscalizando o poder executivo municipal, criando  e analisando  leis, aprovando ou reprovando quando assim  necessário for.
Além de o vereador  ser um politico municipal que tem a predominante função legislativa, ele também é uma peça fundamental  cujo foco de cada um é  os interesses  da população em geral que hoje ultrapassa dos 55 mil habitantes   que  estão correndo o risco  ver entrar 2015 sem ser aprovado o orçamento  para os próximos doze meses que se encontra na  câmara de vereadores  desde do último dia 01 de agosto .
Como o prefeito por lei em janeiro  poderá usar 1,12 avos do orçamento de 2015, isso não justifica, justificar  o injustificável que são as alegações que alguns vereadores estão dando de não ter tido tempo suficiente para analisar o teor do orçamento com  260 paginas e que já completou exatos quatros meses  que estar a disposição  de cada vereador  para ser analisado.
Se de um lado quando o assunto são os vereadores do município de Buíque a  culpa cai sobre todos , uma boa parte da culpa e da própria população que não tem interesse de acompanhar ativamente  todas as reuniões e ver de perto quem de fato estar ali para cumprir seu papel onde muitas vesses saem generalizando culpando alguns que estão de fato exercendo seu papel.
Diga-se de passagem que  estamos prestes a assistir um fato inédito dentro do nosso município, aonde será pela primeira vez na historia desde que Buíque foi emancipado que  entramos um ano novo sem ter o orçamento aprovado, isso  antes dos vereadores entrarem em recesso parlamentar. Agora entenda por que:    
O inicio desta historia que mais parece um jogo de interesse próprio para alguns, começou quando o Orçamento chegou a secretaria da câmara acompanhado da Lei de Diretrizes Orçamentarias (LDO) sem as assinaturas devidas, passado alguns dias a aprovação do orçamento   começou  enfrentar resistência  sendo que na ultima reunião depois dos pareceres das comissões pertinentes  dados  no dia anterior foi retirado de pauta pelo presidente da casa sobre alegações  que ainda seria apresentada  mais duas emendas.      


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