Exclusivo:Crise nos municípios já soam como um grito de alerta para o primeiro Novembro e Dezembro Negro da historia.

 Com a aproximação  do mês de Dezembro  e com a continua queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios  alguns prefeitos   Pernambucanos e de  outros estados   já começaram  cortar a própria carne para não chegar 2016 com a tão indesejada falência múltipla ou perderem seus mandatos por gastarem o que não tem.
Enquanto a sombra da crise  que assola o país  se alastra cada vez nas prefeituras, seus prefeitos   já cientes que não poderão honrar seus compromissos  para não justificar o injustificável  começam  cortar gastos  com cortes   começando pelo seu próprio seguidos  por  secretários e diretores além de demissões  em massa cargos de confianças e contratados   por não ter como pagar o salario quanto mais o 13º salário.
 Atrasos nos repasses de verbas de programas federais e queda nos valores das parcelas do Fundo de Participação dos Municípios (F.P.M) levaram mais da metade dos Municípios brasileiros ao caos financeiro.
Mais de 1.275 prefeituras nos Estados de Rio, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Sergipe e Goiás fecharam as portas e promoveram greves de 24h — entre agosto e outubro —, para protestar contra o governo, os atrasos e a redução na arrecadação. O movimento de paralisação se espalhou por 15 Estados entre eles Pernambuco.
E não é de hoje que a Confederação Nacional de Municípios (C.N.M) tem feito  alertas ao país. A entidade já apresentou estudos que comprovam essa situação, só no FPM, por exemplo, no acumulado do ano, os Municípios deixaram de receber cerca de R$ 2,4 bilhões. O fundo é calculado a partir da arrecadação de impostos federais. De acordo com a C.N.M, os cofres municipais deveriam ter recebido cerca de R$ 2,9 bilhões.
Das 5.668 cidades brasileiras, 70% dependem do FPM. As verbas de transferências federais complementam o orçamento minguado e, quando não chegam no prazo previsto, refletem na falta de pagamentos a fornecedores, suspensão de serviços e paralisação de obras. Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (L.R.F).


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