Ajustando as contas: Em Buíque prefeito reincide contratos temporários, exonera cargos comissionados, suspende gratificações e ainda promete diminuir secretarias ainda esta semana.

Em Buíque no agreste do estado,  a segunda semana do mês de Novembro   já começa mudando provisoriamente a vida de centenas de servidores públicos municipais que exercem funções em cargos de comissões do poder executivo municipal e contratos temporários  em todas as secretarias  do município.
Considerando, a crise  financeira que assola os Municípios em decorrências da recessão econômica  nacional que acarretou  na redução maciça de consumo, das arrecadações de impostos  e do repasse de outros fundos dos Governos Estaduais e Federais, nesta manha de segunda feira (09)  o prefeito  do Município, Jonas Camelo tornou publico o Decreto 017/2005 que rescinde contratos temporários, exonera ocupantes de cargos provimento em comissão e suspende gratificações entre outras providências.
Se de um lado em todo o país com a crise financeira e prefeituras  literalmente quebradas  a coisa está preta, em Buíque  uma cidade que  a maioria de sua população depende unicamente  de um emprego de prefeitura a coisa escureceu de vez por que  ao contrario do que aconteceu em 2014 quando para enxugar a maquina o prefeito  baixou  o mesmo decreto mais com  outro numero vindo a readmitir todos em 2015,  ao que tudo indica  para 2016  poucos serão  os servidores contratados e comissionados  que terão seu emprego de volta, salvo os efetivos.
Como  nem tudo são flores e cada um tem que se virar como pode, numa conversa nesta  tarde que tive com o próprio prefeito , ele  ainda preocupado com a atual  situação financeira  dentro do  município  para ajustar as contas e  honrar seus compromissos    vai ter que fazer a fusão de algumas secretarias , ao invés  das nove  existentes atuais, apenas 06  irão funcionar, neste caso três serão extintas.

Se a crise em todas as prefeituras e um fato real, para amenizar a vida de quem vai ficar sem emprego pelos próximos meses, ou quem sabe anos, entre os meses de Novembro e Dezembro serão  creditados  os meses de setembro e Outubro, e se em 2016 a crise continuar afetando o município as demissão permanecerão   por que o município só vai poder  manter os serviços básicos  principalmente na saúde e educação.    
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