Cenário político brasileiro atual reproduz acontecimentos semelhantes aos da Roma de 63 a.C.

Em Roma, 63 a.C., o cônsul romano Marco Túlio Cícero discursava: "Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência? Por quanto tempo ainda há-de zombar de nós essa tua loucura? A que extremos se há-de precipitar a tua audácia sem freio?". 
A acusação dirigia-se ao senador Lúcio Sérgio Catilina, acusado de planejar um golpe para derrubar a República romana junto a seus comparsas e tomar o poder. Cícero acusou-o por meio de uma série de discursos, que ficaram conhecidos como "Catilinárias". 
Segundo registros históricos, após o quarto discurso, Catilina estava condenado à morte, mas recusou-se a entregar-se e foi morto em um campo de batalha no ano seguinte.
É com base neste episódio que a Polícia Federal batizou o desdobramento da, operação catalina  deflagrada na manhã desta terça-feira 15, que atinge as principais lideranças do PMDB.
A ordem veio do Supremo Tribunal Federal (STF). A Polícia Federal cumpriu 53 mandados de busca e apreensão, em locais que incluem as residências de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, além  escritórios de outras figuras proeminentes do partido, como o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o senador Edison Lobão (MA) e os ministros Celso Pansera e Henrique Eduardo Alves.
A Procuradoria-Geral da República acusa o deputado de corrupção e lavagem de dinheiro, em um escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras.


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