Policia evita segunda rebelião no Presidio Plácido de Souza em Caruaru

Que o sistema prisional brasileiro há muito deixou de ser um instrumento eficaz de recuperação se é que um dia foi não é novidade. O nosso atual sistema prisional é, sem hesitação, uma das mais sérias dívidas sociais que o Estado brasileiro e a sociedade, como um todo, tem. Uma fatura em aberto, pronta para ser cobrada. Uma situação alarmante e de impacto profundo e eminente no cotidiano do nosso país.
O sistema prisional brasileiro reflete a realidade social injusta do Brasil, e não se trata de ceder ao raciocínio fácil e mediano de que a pobreza e a carência facilitam, estimulam e propiciam ao crime, ou ainda, que levem os mais necessitados a violência e ao encarceramento. Trata-se somente de constatar que o sistema prisional é uma realidade mais viva e próxima da parte da população carente do Brasil, desde os tempos do Império, e que esse simples fato de constatação, por si só, alarma e constrange pela sua dimensão e potencial.
Como a Penitenciaria Juiz Plácido de Souza em Caruaru, assim como outras  estão  vivenciando o mesmo problema , após a ultima rebelião que deixou um saldo de seis mortos e onze feridos no ultimo sábado (23), um novo tumulto foi registrado na manhã desta segunda-feira (25) mais graças a eficiência da Policia Militar a cena não se repetiu por a tempo a PM conseguiu controlar o motim.
   Ciente que á  superlotação é um dos graves problemas da unidade prisional  de  Caruaru que tem capacidade para apenas 380 presos mais atualmente abriga  1.992 cinco vesses mais do que o permitido, segundo o tenente coronel  Roberto Galindo disse que alguns detentos   estavam liderando uma nova rebelião, mais que esses mesmo detentos  foram separados dos demais e serão ouvidos  numa delegacia.
Foto: Cortesia/Divulgação


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