Sem circulação de dinheiro, população buiquense migra para Arcoverde e o comércio de Buíque que já não vinha bem, sente na pele seu efeitos com a brutal queda nas vendas.

Aos olhos daqueles que tem uma visão empreendedora, Buíque no agreste do estado se destaca  por  pertencer a bacia leiteira do estado, mais como só de lei não vive sua população a agricultura familiar, o comércio em geral contribuem e faz parte para o desenvolvimento da região, desenvolvimento este que atraiu  os olhares das três principais instituições financeira do pais, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Banco do Brasil.

Paralelo a estas instituições financeiras, outras dezenas de correspondentes bancários ganharam autonomia e juntas passaram a movimentar centenas  de  milhares de reais, facilitando a vida de uma boa parte da população, inclusive da zona rural que buscam  os serviços desses  correspondentes bancários  para fazer pequenos saques, pagar seus boletos bancários incluindo água, luz e telefone .

Se as coisas para o comércio  anda muito bem, com os dois assaltos as duas principais agências bancarias, Banco do Brasil, Caixa Econômico e descredenciamento de alguns correspondentes , a população Buiquense agora está sentido o gosto amargo do desconforto  sem poder  sacar dinheiro , ou pagar suas contas, motivo, poucos  correspondentes  funcionando, outros sem dinheiro ou sistema  com seu sistema fora do ar.

Numa situação que merece atenção dos poderes públicos municipais e estaduais , com pouca opção  no município ou quase nem uma , uma parte da população de Buíque está imigrando para vizinha cidade de Arcoverde, onde ainda é possível sacar dinheiro vivo possibilitando  as compras e pagamentos por lá mesmo.

Sem dinheiro circulando na cidade, o comércio em si que já  vinha  atravessando   momentos difíceis com quedas  em suas vendas,  sem opção para o consumidor  de realizar suas transações bancarias, o consumidor  busca seu serviços bancários em Arcoverde , lá saca, lá faz suas compras , enquanto isso o comércio de Buíque  sem vender, nem receber, algumas lojas a  cada dia se aproxima na lista das que já fecharam suas portas.


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