Paralisação contra as reformas politicas decepciona organizadores em Buíque


Apesar das convocações feitas  pelo Sindicato dos Servidores Municipais, (SISMUB) através de carros de som, de  rádios e outros meios de comunicação  convidando todas as classes trabalhistas e população em geral para aderirem os protestos  contra as reformas trabalhistas e previdenciárias, Em Buíque no sertão do estado o movimento não teve muito êxito  por falta de adesão por parte da própria população.

A exemplo de outras cidades, sair nas ruas, gritar  pelos seus direitos  ainda continua sendo um dos maiores tabus enfrentados por   organizadores de movimentos  que tem como principal objetivos cobrar ações governamentais, ou até mesmo direitos adquiridos por lei  que num  passe de magica estão sendo tirados dos trabalhadores sem ao menos que eles  percebam.

Como reclamar, reclamar e reclamar ainda faz parte da cultura da maioria dos Buiquenses, protestar, reivindicar e buscar  de fatos direitos , ao que  se percebeu  durante o movimento  nas ruas da cidade  nesta  sexta feira , (28) ainda continua sendo uma minoria que tem coragem de ir a luta  defender os interesses de outra maioria que ficam em suas casas  porque  não tem coragem de colocar de reivindicarem seus próprios direitos.


Salvo pelas  lideranças do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Buíque, por uma minoria de professores e  outros trabalhadores rurais  que se juntaram ao SISMUB   numa passeata que  percorreram as principais ruas da cidade formando um coro com gritos de “Fora Temer”, liderado pelo presidente do SISMUB  Michel Modesto, e  Creusa Couto, vereadora e líder sindical, o movimento além de ganhar os reforços  dos vereadores  Dão Tavares , Luís Cristiano e Élson Francisco, mesmo não conseguindo  atingir as metas , serviu para mostrar que mesmo sendo uma minoria, Buíque ainda tem gente que não tem medo de ir as ruas e expressar seus sentimentos de descontentamentos  com  a atual situação que se encontra o nosso país.  
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