Por nove a cinco , Voto aberto passa em primeira votação na Câmara de vereadores de Buíque


Visando uma gestão plena e transparente, onde a população possa acompanhar de perto so trabalhos legislativos no município de Buíque, no ultimo dia 11 de Abril  a mesa diretora  da casa Jorge Domingos Ramos, composta pela sua presidente Corina Galindo, pelo seu vice Leonardo de Gilberto e 1º Secretário Elson Francisco ao apresentar  o projeto de resolução 01/2017 mudando de voto fechado para voto aberto   a partir dos próximos anos para escolha  da referida mesa diretora, além de quebrar um velho  tabu , também abriu os procedentes  para acabar com a troca de favores e os velhos acordos políticos que existiam  por décadas  nos bastidores do poder legislativo Buiquense.

Subscrito por 11 dos 15  vereadores  Buiquenses, o projeto de resolução , que em seu artigo 1º § 3º passara a valer a seguinte redação: “ Todas as votações serão publicas nas deliberações da Câmara , inclusive na eleição dos membros da mesa diretora “,  depois de apresentado foi repassado para as devidas comissões  que após analisarem deram o parecer ficando de acordo com seu texto na integra.

Como o regimento interno da casa é bem claro indicar votação de projetos em dois turnos, nesta  quinta-feira (20) o projeto de resolução foi colocado para primeira votação , dos 11 vereadores que subscreverão apenas dois, Dyego de Barão e Euclides do Catimbau  mesmo tendo subscristo o projeto de resolução  mudaram de ideia na hora da votação ficando ao contrario ao voto aberto , juntando –se aos vereadores Dodo, Daidson Amorim e Felinho da Serrinha  que  desde do inicio da proposta de voto aberto sempre  tiveram sua opinião ao contrario.


Mantendo –se  fieis as suas assinaturas, os vereadores  André de Toinho, Ernani Neto, Dão Tavares, Creusa Couto, Luís Cristiano, Jordão Briano, Peba do Carneiro, Leonardo de Gilberto e Élson Francisco  mantiveram o voto favorável   ficando  o projeto aprovado   por nove a cinco votos ,  sem a necessidade do voto de Corina Galindo que por ser presidente da mesa,  tem o direito de dar seu voto quando necessário ,  que serve de minerva,  quando acontece um empate nas votações em plenário.  

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