Sem condições de trafegar, estrada que dar acesso ao vale do Catimbau deixa de ser um sonho para se transformar num verdadeiro pesadelo.

 Em Buíque no agreste do estado, o  que mais parecia a realização de um sonho de décadas, o asfalto dos 12 quilômetros da principal estrada que dar acesso ao Vale do Catimbau, que é a   Rodovia Cirilo Henrique,    depois das duas  assinatura de ordem de serviços, uma em  Abril de 2013 assinada pelo então governador na época Eduardo Campos , e a outra recentemente  pelo  seu sucessor  Paulo Câmara  começa se transformar num dos maiores pesadelos na vida dos moradores , alunos e professores  daquela comunidade.

Iniciada e paralisada por duas vezes   pela falta de  um cronograma de trabalho e ineficiência do governo do estado , que teve a capacidade de começar e terminar as obras  no  longo período de estiagem  que aconteceu no município, o que no papel seria  um dos maiores benefícios  para  a população, ao invés de ajudar ,  agora está atrapalhando a vida daqueles que residem ao entorno da vila, e causando um dos maiores transtornos nas vidas de professores e alunos  que estão  com suas atividades paralisadas   de ambos os lados que não conseguem chegar na  unidade escolar por falta do acesso porque  os veículos  não conseguem chegar ao seu local de destino  porque a estrada  depois das chuvas ficou praticamente intransitável.

Como as obras  não são de responsabilidade do município, e sim do estado,  enquanto  a chuva não passar, professores que residem em Buíque  não tem como chegar,  e  centenas de alunos  tendem a ficarem  sem  aulas.   

Se de um lado pela estrada principal não se consegue chegar , do outro  para não ficar isolados a população  traçou duas  rotas alternativas, uma   que corta a comunidade dos coqueiros , que devido ao grande fluxo de veículos  já estar ficando intransitável com vários pontos de atoleiros,    e a outra pela Mina Grande que torna a viagem mais longa passando pela Aldeia Kapinawá.
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