Prefeitos de Buíque, Arcoverde, Pedra e Inajá usam suas receitas, cada um do seu jeito para manter o equilíbrio financeiro e salvar seus municípios.

Com as aproximações  do final de ano,  com a atual situação econômica   que mais parece  uma catástrofe no país, por falta  de  politicas sócias e econômicas promovidas de forma desastrosa pelos governantes federais,  municípios  de porte médio com até 100 mil habitantes  estão  fazendo com que seus prefeitos  entre  em parafuso  com a preocupação  de pagarem  suas folhas de pagamentos , inclusive de ás dos  servidores públicos municipais.   

Com a falta de dinheiro nos cofres públicos ,  queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios  (FPM) ,  Novembro e Dezembro  para muitos prefeitos  são dois meses  cruciais em suas vidas, isso porque, além dos salários normais, ainda tem que pagar todo  o 13º salario, o que para muitos  vale a lei da sobrevivência, demitir em massa seus cargos comissionados e contratados, ou corta a própria  carne  mesmo que para isso politicamente pague um preço muito alto e se transforme  num lobo mal  na visão  daqueles que foram as ruas, levantaram suas bandeiras e brigaram para lhes elegerem.

Sem dinheiro suficiente para honrar seus compromissos,  o prefeito da Pedra á de Arcoverde   para poder enfrentar a crise  e tentar salvar seus municípios de um colapso  recentemente  foram obrigados a exonerar  uma maioria de cargos  comissionados e rescindir outra maioria de  contratos temporários  conforme notícias postadas nos blogs e sites  da região.

Enquanto isso, passando pela mesma situação, mais com  um lado positivo , salve-se uma experiência de quatro mandatos ,  além de promover a campanha do IPTU Premiado, cujo premio é um veiculo  zero, forma encontrada  para que os contribuintes fiquem em dias com seus tributos  entre dinheiro nos cofres públicos  que serão  transformados em recursos próprios  para serem investidos nas  ações prioritárias do município, em recente entrevista, Arquimedes Guedes  Valença , ao contrario de seus colegas, deu esperanças  a seus servidores que não haverá exoneração  e nem tão pouco corte nos poucos contratos, já que não muitos porque  quando assumiu   localizou centenas de efetivos  que conseguiram passar no ultimo concurso realizado em 2016.


Com o mesmo pensamento de   Arquimedes Guedes Valença, prefeito de Buíque, Adilson  Timóteo, prefeito de Inajá, mesmo não promovendo nem uma campanha tributaria , para manter seus servidores e honrar seus compromissos  literalmente teve que cortar a própria carne , e com isso ,  numa entrevista a uma radio local anunciou  que á única solução encontrada para que o município não entre em colapso  seria uma redução de salários começando pelo seu que sofreu um corte de 20% passando pelo  do vice prefeito,  além de uma redução de 50%  no salario de todos os comissionados, incluindo, secretario , adjuntos , diretores e outros cargos  que foram nomeados  com gratificações .       
Tecnologia do Blogger.