Buíque: Atraídos pela mistura de cores e sabores , todos os caminhos levam milhares de compradores ao pátio da maior feira da semana santa no interior


Na antiguidade as feiras livres  tinham o objetivo de promover trocas de mercadorias entre as pessoas de diferentes lugares e com diferentes itens. Com a queda do feudalismo e o surgimento do capitalismo, esse modo de comércio ganhou força e importância econômica.

Em Buíque no agreste do estado, apesar das mudanças constantes, o velho e bom costume  de frequentara feira livre  principalmente  daqueles que vivem na  zona rural  continua mais vivo do nunca, destaque para quarta-feira  da semana santa  onde as ruas que dão  acesso ao  centro de abastecimento  ficam  intrafegável  pela quantidade de pessoas que circulam por elas com a mesma intenção de fazer sua feira de frutas e verduras.

Numa mistura de cores e sabores, na velocidade dos ventos  as vendas crescem  de uma forma tão  positiva que obriga aos donos de bancas de verduras terceirizar os serviços dos  diaristas  de plantão para darem de conta de atender seus clientes.

Considerada uma das maiores feiras livres da região, a feira da semana santa  há décadas  continua ainda sendo uma das mais esperadas do ano, isso porque, acontecendo em plena quarta feira, uma boa parte dos moradores da cidade escolhem a terça-feira a noite  para realizarem suas compras porque sabem que no dia seguinte, como diz o agricultor e arrocho.

Atraídos pela fartura , além dos feirantes que tem suas bancas de frutas e verduras  dentro do próprio centro de abastecimento, centenas de agricultores aproveitam o dia para  comercializarem seu produtos colhidos na própria roça, o que aumenta o numero de comerciante  e proporciona um leque de opções, onde é possível comprar feijão de corda debulhado na hora, Coco Ouricuri  quebrado em casa, jacas tiradas do pé, entre outras dezenas  de frutas  como por exemplo o umbu que serve para a deliciosa umbuzada.  

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