Ibimirim: Vereadora quebra o direito a privacidade de pacientes do Covid-19 e deixa a população em pânico


Quebrando o direito  á privacidade  de pacientes  suspeitos  de Covid -19 que estão sendo monitorados pelas equipes de saúde do município de Ibimirim, a vereadora Sandra da Ação Social  não foi feliz ao divulgar um áudio  que se espalhou nos grupos de Whatsapp expondo nomes de pessoas e regiões  onde elas residem  contribuindo para levar uma boa parte da população a  entrar em  pânico dentro  do município.
Incisiva em suas palavras que de início pareciam verdades, a vereadora que após  deixar de  fazer parte do grupo politico do prefeito Adauto do Bodegão  pela qual foi eleita, continuou a deixar a população ainda mais assustada pelas supostas informações repassadas por ela  mais que momentos após foram desinformadas , tanto pelos familiares dos pacientes citados, quanto pelas autoridades sanitárias locais e estaduais.
Além da vereadora levar a população ao pânico , baseada nos seu próprios conceitos de higienização   continuou sugerindo  que  população ande  com uma bisnaga de álcool 70 para  pulverizar  os  locais onde forem pegar, e indo mais além sugeriu também  que as pessoas  não circulam em seu automóveis com mais de uma pessoa.
Em resposta ao áudio divulgado  nos grupos  de whats app , indignados  por estarem sendo exposto e descriminados, familiares  negam que já tenha sido oficializado  com os resultados dos exames da Covid-19  e que deverão entrar na justiça contra a vereadora .
Em contato com a Vigilância Sanitária do Município de Ibimirim e conforme , informações dos responsáveis repassadas ao Portal Girosocialb  dão de contas que nem uma informação repassada pela vereadora procede, e que ao tomar conhecimento dos áudios  entraram em contato com vigilância sanitária do estado a qual também informou desconhecer os resultados, ate porque  os resultados repassados pelo laboratório Lacem ainda não foram divulgados, e quando for,  dentro da mais alta transparência   serão de conhecimento de toda  população sem violar os direitos de cada  pacientes.

   

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