Mídias sociais nas próximas eleições municipais deverão ser as principais ferramentas usadas pelos candidatos

As eleições de 2018 inverteram uma lógica tradicional de pleitos anteriores quando o então candidato Jair Bolsonaro do nanico PSL, com poucos segundos de propaganda eleitoral, venceu a disputa suplantando estruturas tradicionais de poder. O quadro se disseminou pelos estados com deputados, senadores e governadores sendo eleitos sem qualquer tradição política vide Romeu Zema em Minas Gerais, Wilson Witzel no Rio de Janeiro e Comandante Moisés em Santa Catarina, que chegaram aos governos estaduais desbancando nomes tradicionais.
 Eles tiveram em comum a utilização das redes sociais para disseminar seus respectivos projetos de forma profissional. As eleições municipais deste ano, por natureza, já teriam maior impacto das mídias sociais devido à mudança de hábito do eleitorado, porém a questão da Covid-19 trouxe de forma abrupta a necessidade de todos estarem presentes nas mídias sociais. Instagram, WhatsApp, YouTube, Facebook e Twitter tornaram-se essenciais para quem almejar disputar mandatos eletivos nas próximas eleições.Independente do processo eleitoral ocorrer entre os dias 4 e 25 de outubro, ou ser alterado para novembro e dezembro, como se especula, os impactos na vida normal da população por conta da Covid-19 continuarão presentes, e naturalmente para a caça ao voto será determinante estabelecer uma plataforma de comunicação que tenha engajamento e alcance perante o eleitorado.
Fonte Edmar Lyra

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