Ministério Público pede a suspensão dos direitos políticos do prefeito de Águas Belas por até três anos


O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pediu a suspensão dos direitos políticos do atual prefeito de Águas Belas, Luiz Aroldo (PT), por até cinco anos. O MPPE denuncia o gestor por improbidade administrativa por organizar “eventos públicos com aglomeração de pessoas, em ferimento às regras sanitárias relacionadas à pandemia do novo coronavírus”.

A ação civil pública foi proposta pelo MPPE após o atual mandatário ter promovido encontros com apoiadores no Hotel Santa Maria, localizado no município de Águas Belas, além de organizar a inauguração do Posto de Saúde da Família do assentamento Barra Nova, causando aglomeração e descumprimento das normas sanitárias de combate à pandemia da Covid-19. De acordo com o documento emitido pelo MPPE, “não há dúvidas a respeito da organização, por parte do prefeito, de um evento público presencial”.

O MPPE pediu a “perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos”.

Luiz Aroldo é pré-candidato a reeleição como prefeito de Águas Belas. A convenção que homologou o nome de Aroldo como pré-candidato nas disputa eleitoral deste ano foi realizada na última quarta-feira (16), na quadra do Colégio Municipal.

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