Em audiência publica convocada por parlamentares, entre eles Mécio Vieira , representantes do Poder Executivo Municipal de Ibimirim esclarecem dúvidas sobre pregão eletrônico de instituição financeira

Na noite desta quinta-feira (25), a Prefeitura de Ibimirim protagonizou uma noite de diálogo com a sociedade civil na Câmara de Vereadores Municipal. Convocado por parlamentares da Casa Vitoria Maria de Lima,entre eles o ex presidente e vereador Mécio Vieira o encontro debateu a importância do Pregão Eletrônico que decidirá a instituição financeira responsável pela folha de pagamentos do município, que será promovido nesta sexta-feira (26), e esclareceu as principais dúvidas da sociedade civil acerca do tema.

Com a participação de dezenas de representantes do comércio, produtores rurais, servidores públicos e vereadores, que ocuparam a plenária da Câmara e também acompanharam da área externa, com o objetivo de respeitar os protocolos de prevenção à Covid-19, o debate contou, ainda, com a presença do consultor jurídico da Prefeitura, Vadson Almeida, e do secretário de Administração Álvaro Góis. 

Uma dúvida levantada durante o encontro foi sobre a viabilidade de permanência da agência do Banco do Brasil no município, por onde são realizados os pagamentos na atualidade e que, supostamente, teria sua estrutura prejudicada com a possível mudança de instituição no pregão. “Eu quero dizer a todos os servidores de Ibimirim que, com esse processo, nada muda. O servidor que ficar insatisfeito com a empresa que ganhar o processo licitatório poderá fazer a portabilidade. Isso está no edital, isso está na lei. Basta o Banco do Brasil que, poderia participar do processo licitatório, participar e ficar junto com a população. Essa preocupação é zero para o povo. No dia que a empresa ganhar, no próprio site ou no aplicativo, a pessoa pode solicitar a portabilidade”, esclareceu o advogado.

Sobre a qualidade do serviço bancário a ser implementado, o secretário explicou que, do ponto de vista administrativo, existem regulações para garantir que seja ofertada uma estrutura adequada para a cidade. “No pregão está proposto que, a agência que vier pra cá, caso ganhe, terá que montar uma estrutura básica. No próprio edital está previsto uma estrutura de, no mínimo, 100 m². E será mais agência, mais pessoas empregadas e mais serviços para a comunidade”, concluiu, reforçando que a vinda de uma nova agência bancária. só tem a beneficiar a população.

 Fonte: Ascom PMI

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