Por onde passou no Nordeste nas últimas agendas cumpridas, o presidente Jair Bolsonaro não chegou de mãos abanando.

Se o presidente Bolsonaro conseguir cumprir até o final do seu mandado o calendário das obras hídricas no Nordeste que retomou dos governos passados, retomar o auxílio emergencial e ampliar o Bolsa-família será muito difícil a oposição impedir a sua reeleição. Quanto ao Nordeste, que por muito tempo foi santuário eleitoral de Lula, ele já percebeu que se consolida em cima da ação hídrica.

Água é o maior problema da Região. Bolsonaro confiou a um nordestino, o potiguar Rogério Marinho, a missão de resgatar todos os projetos hídricos inconclusivos na era PT, como a mega Transposição do Rio São Francisco. Ontem, em Sertânia, a 300 km do Recife, Bolsonaro acionou o sistema adutor do Ramal do Agreste, pelo qual a água do Velho Chico alimentará a Adutora do Agreste, outro feito hídrico fantástico, que vai matar a sede de 2,5 milhões de nordestinos.

Por onde passou no Nordeste nas últimas agendas cumpridas, o presidente não chegou de mãos abanando. Praticamente em todos os Estados, da Bahia ao Maranhão, falou de água, acionou novos sistemas, liberou recursos e mostrou que está em sintonia com a prioridade número um do Nordeste: água.

Só é perceptível o valor da água depois que a fonte seca. Se depender da programação que o ministro Rogério Marinho traçou, muitas fontes renascerão, a Transposição dará um salto de qualidade. Está na Bíblia: Deus usa a sede para nos mostrar o valor da água!

No Nordeste, atingido secularmente pelas secas inclementes, a indústria do carro pipa e a manipulação de obras eleitoreiras elegeram uma legião de oportunistas. O Nordeste cansou, daí a obstinação de Bolsonaro em concluir o que o PT abandonou. Está posto o seu desafio para "roubar" o eleitorado cativo de Lula no Nordeste.

Tecnologia do Blogger.